sábado, 11 de julho de 2009

Apresentação por Cristina Robalo Cordeiro


Sessão de lançamento do livro “A Outra Face do Espelho”, da autoria de José Henrique Dias. Casa Municipal da Cultura, Coimbra, 08.07.2009.

A apresentação da obra esteve a cargo da Prof. Doutora Cristina Robalo Cordeiro, Vice-Reitora da Universidade de Coimbra.

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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Círculo das Letras, 16 de Junho, 18:45


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quarta-feira, 29 de abril de 2009

Breves notas biográficas

José Henrique Dias nasceu em Coimbra, em 1934. Licenciado em História, fez Mestrado em História Cultural e Política na UNL e é doutorado pela mesma universidade em História e Teoria das Ideias, com especialidade em História das Ideias Sociais. Depois de uma longa carreira no ensino público, leccionou na Universidade Nova de Lisboa, depois de aposentado no ISCEM e actualmente é presidente do Conselho Científico do Instituto Superior Miguel Torga.

Desde os verdes anos ligado à escrita, integrou em Coimbra tertúlias de que entre outros faziam parte Zeca Afonso, Louzã Henriques, Manuel Alegre, António Portugal e Levi Baptista. A partir de finais dos anos cinquenta e primeiros anos da década de sessenta do século passado, integra o grupo polarizado por Edmundo de Bettencourt, no Café Restauração, junto à estação do Rossio, frequentada por nomes cimeiros da literatura e da arte portuguesas, publicando entre 1956 e 1969, ininterruptamente, séries de crónicas semanais. Tendo-se dedicado ao ensino e à actividade teatral como encenador, o seu trabalho centrou-se mais na investigação sobre o Sec. XIX, primeiro no domínio das ideias políticas, depois na sociocomunicação teatral.

Instado por colegas, regressou às crónicas em jornais de Coimbra, primeiro em O Despertar, ultimamente em Centro, retomando um dos seus velhos títulos, A outra face do espelho. É uma colectânea dessas crónicas que agora se apresentam neste livro, onde, ficcionadas, passam momentos de vidas marcadamente no espaço e tempos de uma Coimbra sempre mítica e evocações de figuras da música coimbrã, de que também foi, ainda vai sendo, cultor.

in "a outra face do ESPELHO"

domingo, 29 de março de 2009

a outra face do ESPELHO - sinopse

Os lugares são sobretudo Coimbra e Lisboa, uma fugidia referência a Chaves e à Figueira e pouco mais. O tempo recua para trás da vida do Autor, memória das memórias dos mais velhos, e vem até aos nossos dias. Se se fizesse um índice de pessoas e factos referidos, que acervo de riqueza de cultura, humanismo e humanidade, desde o nomear de escritores, artistas, cientistas, actores, médicos, advogados, professores, músicos, políticos, saltimbancos, contorcionistas, trapezistas, que sei eu!...

O antes e depois do 25 de Abril não podia deixar de ter especial lugar… com nomes, factos e rememorações…e, se se verrinam os tempos da “outra senhora”, não se deixa de lançar olhar crítico aos grafitti que maculam tudo quanto é parede (“…a arte e os equívocos…”), as florestas de cimento que desfiguram, nas cidades, o que era écloga…

Notável a “capacidade de lidar com as palavras e as imagens”, diz uma personagem, mas nós sentimos que, por detrás dela, está o Autor e este sentimento de eco autobiográfico mais de uma vez nos acode ao espírito…O médico (que não quis ser) está presente e o filósofo e o poeta, além, claro, do jornalista…

do prefácio
Fernando Campos

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Arco da Traição


"É tarde. Consome-se a hora como se alguém tivesse de vir bater à porta. É assim desde o princípio, não me habituo a esta inevitável solidão. Disparate. Estamos sempre sós."

in "Centro", 24.09.2008

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Sonata ao luar...

"Manhã de celebração de não sei que epifania. Assumo-me um bárbaro no calendário litúrgico."

in "O Despertar", 02.03.2007

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